A floresta é um conjunto biológico sobre o qual impendem várias ameaças, das quais os incêndios florestais são uma das principais.

Para reduzir a dimensão desta ameaça, os principais proprietários florestais portugueses (Portucel e Altri) criaram a Afocelca, empresa que pretende minimizar os prejuízos resultantes dos incêndios florestais, através da criação de uma estrutura mais eficiente e dotada de maior flexibilidade na vigilância, alerta e apoio no combate aos incêndios florestais.

A estratégia de combate aos incêndios florestais assenta em quatro critérios técnicos:

  1. Tempos de chegada: com o objectivo de controlar os incêndios na etapa nascente, deve-se actuar de forma que as unidades cheguem ao foco do incêndio no menor tempo possível independentemente da dimensão da brigada e/ou meio de mobilização.
  2. Ataque inicial em massa (golpe único): consiste em fazer actuar todos os meios necessários para assegurar o controlo e total extinção dos fogos no primeiro ataque e quando estes ainda se encontram no início.
  3. Dano material: com o objectivo de dar prioridade às propriedades de maior valor e perante a simultaneidade dos factos dos fogos, é determinante o valor comercial das plantações, madeiras e outros bens ameaçados.
  4. Perigo potencial: no mesmo sentido são determinantes as probabilidades de propagação do incêndio, para a avaliação das quais se consideram, entre outros factores, a topografia, o declive do terreno, o vento, os combustíveis e a vegetação em perigo.

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